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    • O que vamos aprender?

      1. Conceituar acessibilidade digital e compreender sua relevância social, ética e tecnológica na sociedade contemporânea.
      2. Identificar os princípios do Design Universal  e reconhecer sua relação direta com o desenvolvimento de interfaces inclusivas.
      3. Conhecer as normas e legislações que orientam a acessibilidade digital — WCAG 2.2, eMAG, GDAMA, NBR 17060/17225 e a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) — e relacioná-las às práticas de desenvolvimento mobile.
      4. Explorar e interpretar a lista de diretrizes configuráveis baseadas no Design Universal, compreendendo como cada eixo traduz princípios normativos em recursos de personalização acessível:
        • Ambiente: cor, brilho, idioma, orientação, tempo de uso;
        • Texto: fonte, tamanho, contraste, espaçamento;
        • Som: volume, leitor de tela, timbre, velocidade;
        • Vídeo: legendas, Libras, cor de fundo e descrição em áudio;
        • Zoom: ampliação e foco visual;
        • Entrada de Dados: cursores, áreas clicáveis e preenchimento;
        • Notificações: alertas visuais, sonoros e táteis;
        • Gestos: controle do aplicativo por movimentos configuráveis.
      5. É fundamental reconhecer que a implementação das diretrizes, por si só, não assegura a efetivação do Design Universal (DU). Essas diretrizes auxiliam no desenvolvimento prático e orientam o processo de concepção, mas o que realmente garante o DU é o fato de o aplicativo ser projetado, desde o início, sob a perspectiva do desenho universal.

        Em outras palavras, as diretrizes oferecem subsídios para que o desenvolvedor implemente configurações que permitam ao usuário adaptar o ambiente digital às suas próprias condições, e não o inverso. No entanto, a simples adoção das diretrizes, desvinculada de um projeto fundamentado nos princípios do Design Universal, não é suficiente para assegurar a acessibilidade plena.

      6. Aplicar boas práticas de acessibilidade em atividades práticas de design e codificação, utilizando ferramentas como Contrast Checker e validadores WCAG para medir contraste, testar leitores de tela e verificar compatibilidade com tecnologias assistivas.
      7. Refletir criticamente sobre a acessibilidade como expressão de empatia e justiça cognitiva, compreendendo que desenvolver para todos é um ato pedagógico e social que humaniza a tecnologia.

      Objetivo da Unidade: 

       Compreender e aplicar os fundamentos da acessibilidade digital e do Design Universal no desenvolvimento de aplicativos móveis, reconhecendo a importância das diretrizes configuráveis como instrumento para fortalezer a promoção da inclusão, autonomia e acessibilidade ampliada.

       

    • Acessibilidade Digital e Design Universal

      O video e texto disponibilizados tem como objetivos que o aluno possa: 

      .     Compreender o significado e a importância da acessibilidade digital na sociedade contemporânea;

           Identificar os principais marcos legais e normativos que asseguram a inclusão digital;

           Aplicar princípios do Design Universal em aplicativos mobile;

           Refletir sobre a acessibilidade como expressão de empatia, cidadania e ética social.

      Texto: Acessibilidade Digital e Design Universal

       

    • Quadros de Diretrizes voltadas à configuração do usuário baseadas no DU

      Inspiradas nos princípios do Design Universal, as diretrizes apresentadas foram estruturadas para garantir que o usuário possa personalizar o aplicativo conforme suas condições, preferências e contextos de uso, independentemente de possuir ou não alguma deficiência. A proposta é assegurar que o sistema se molde às características de cada pessoa — e não o contrário —, permitindo que cada usuário ajuste elementos visuais, sonoros, textuais e interativos de modo a alcançar a máxima autonomia, conforto e equidade de acesso.

      foram elaboradas com base em normas, legislações e recomendações consolidadas — incluindo a WCAG (Web Content Accessibility Guidelines), o GDAMA, a NBR 17060, e referenciais acadêmicos e técnicos como Nery e Coletto

      Texto: Quadro de diretrizes voltadas à configuração do usuário baseadas no Design Universal

       

    • Algumas boas práticas para melhorar a acessibilidade no desenvolvimento de aplicativos móveis

      Aqui apresentamos algumas boas práticas bem comuns que devem ser utilizadas para o desenvolvimento de aplicativos móveis de maneira a torná-lo mais acessível.

      Texto: Alguns exemplos práticos para melhorar a acessibilidade no desenvolvimento de aplicativos móveis

    • Opened: Wednesday, 11 February 2026, 12:00 AM
      Due: Tuesday, 17 February 2026, 11:59 PM
      Atividade 10 - Análise de Acessibilidade em um Aplicativo Móvel

      🎓 Atividade: Análise de Acessibilidade em um Aplicativo Móvel

      Objetivo: Avaliar criticamente a acessibilidade de um aplicativo móvel comumente utilizado por você com base nas diretrizes de configuração disponibilizadas nessa aula (Quadro de Diretrizes voltadas à configuração do usuário baseadas no DU).

      Etapas: 

      🎯 *Etapa 1 – Seleção do objeto de estudo*

      Escolha um *aplicativo mobile* que você utiliza com frequência e indique qual você escolheu para que possamos analisar sua escolha.

      Baixe a *tabela de verificação (checklist)* disponibilizada neste link e, para cada diretriz apresentada, indique:

       *“Sim”*, caso a diretriz tenha sido atendida no aplicativo escolhido;
       *“Não”, caso a diretriz **não* tenha sido atendida.

       

      ⚙️ *Etapa 2 – Alteração das configurações do sistema operacional*

      Acesse o *menu de acessibilidade* do seu sistema operacional (Android ou iOS) e altere *algumas configurações*, como por exemplo:

      • Tamanho ou cor da fonte;
        * Contraste;
        * Descrição automática de imagens;
        * Uso de legendas;
        * Controle por voz;
        * Modo escuro ou inversão de cores.

       

      🔍 *Etapa 3 – Análise dos efeitos das mudanças*

      Após realizar as alterações, *reavalie o aplicativo* e responda:

      1. As mudanças de configuração *alteraram algum item* do seu checklist?
      2. Quais configurações do sistema também refletiram no aplicativo? Por exemplo, se quando vc mudou a fonte, o aplicativo também mudou a fonte, então indique que a fonte refletiu as alterações do sistema operacional. 
      3. Quais configurações do sistema *não apresentaram o mesmo efeito no aplicativo escolhido*? Por exemplo, se quando vc mudou a fonte, o aplicativo NÃO mudou a fonte, então indique que a fonte não refletiu a refletiu as alterações do sistema operacional. 

       

      ⚠️ Importante:

      A nota desta atividade será atribuída com base nos envio das informações:

      1) Nome do App selecionado

      2) Tabela de Checklist preenchida

      3) Resposta das questões 1, 2 e 3 da etapa 3 da atividade

      O objetivo é refletir criticamente sobre os aspectos que não foram atendidos e compreender como aplicar esse aprendizado nas próximas etapas do curso e na sua prática como desenvolvedor(a).

      Em outras palavras, o que se espera aqui é que você reconheça os pontos de melhoria e utilize esse processo de reflexão para aprimorar suas futuras produções.

      Obs: gere um arquivo no formato Word ou  PDF e poste aqui na plataforma.

      🕙 Dedicação: 1h30m

      📆 Prazo: 26/10 (23:59)

      ✔️ Critérios de Avaliação: 

      1. Se enviou o conteúdo solicitado
      2. Se respondeu coerentemente a questão apresentada
      3. Se produziu um texto coeso e claro
Accessibility

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